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A estreia do Palmeiras na Libertadores de 2018 não poderia ter sido melhor.
Mesmo jogando fora de casa, o time comandado por Roger Machado atropelou o Junior-COL por 3 a 0, no Estádio Metropolitano Roberto Meléndez, em Barranquilla, pela 1ª rodada do grupo 8 da competição continental.
O grande destaque da partida foi o volante Bruno Henrique, que teve sua primeira chance como titular no ano e não desperdiçou: jogando na vaga de Tchê Tchê, ele fez o gol que abriu o placar e ainda fechou a conta na Colômbia.
O outro tento alviverde foi marcado pelo centroavante Borja. E foi um golaço de voleio, aproveitando rebote da zaga adversária após finalização de Lucas Lima.
Vale ressaltar que a vida palmeirense foi bastante facilitada pela justa expulsão do lateral Gutiérrez, logo aos 8 minutos do primeiro tempo, depois que o atleta deu uma "voadora" no peito de Bruno Henrique. Com isso, os donos da casa atuaram praticamente o jogo todo com um a menos em campo.
Álvez ainda errou um pênalti aos 40 minutos da segunda etapa, e Jaílson fez uma defesa sensacional aos 44 em chute do próprio uruguaio para garantir que a equipe alviverde saísse de Barranquilla sem ser vazada.
Com o resultado, o "Verdão" já assume a liderança da chave, com 3 pontos, e joga o clube de Barranquilla para a lanterna. No outro jogo da noite, Alianza Lima-PER e Boca Juniors-ARG empataram por 0 a 0 e estão em 2º lugar.
O time alviverde também é o primeiro brasileiro a vencer na Libertadores, depois que Grêmio e Flamengo empataram, enquanto Cruzeiro e Santos perderam em suas primeiras partidas - ainda falta o Vasco jogar na rodada.
Na próxima rodada, o Palmeiras recebe o Alianza Lima, dia 3 de abril, às 21h30 (de Brasília), no Allianz Parque. No dia seguinte, às 21h45, o Boca joga em La Bombonera contra o Junior.
O JOGO
Vindo de derrota para o Corinthians, o técnico Roger Machado resolveu fazer duas mudanças no time titular do Palmeiras: sacou Michel Bastos e Tchê Tchê, muito criticados pela torcida, e deu chance a Victor Luís e Bruno Henrique.
Mas o Junior fez valer o fator casa e começou pressionando: aos 6 e aos 7 minutos, Jonatan Álvez e Yimmi Chará, dois dos destaques da equipe colombiana, chegaram com perigo à área alviverde e exigiram defesas complicadas de Jaílson.
Logo em seguida, um lance bizarro: o lateral Gutiérrez deu um chute no peito de Bruno Henrique em uma disputa de bola no meio-campo e levou cartão vermelho direto do árbitro Enrique Cáceres, deixando os anfitriões com um a menos logo no início.
O lance desestabilizou o Junior, e o Palmeiras aproveitou para abrir o placar: aos 19, Dudu deu ótimo passe para Bruno Henrique, que acertou um forte chute cruzado para estufar as redes e colocar o "Verdão" na frente.
A equipe de Barranquilla, então, foi forçada a fazer uma alteração, tirando o volante Mier para recompor a defesa com Arias. Mas não houve mais lances de emoção, e o primeiro tempo ficou mesmo em 1 a 0 para os alviverdes.
Na volta do intervalo, o Palmeiras retornou mais esperto que no primeiro tempo e soube aproveitar a vantagem numéria para ampliar o placar e ficar mais tranquilo em Barranquilla.
Aos 7, depois de diversas trocas de passes, Lucas Lima chutou, a bola rebateu na zaga e Borja acertou um lindo voleio na grande área, que deixou o goleiro Viera sem reação. Um golaço do colombiano, que chegou ao seu 6º tento no ano.
Depois disso, o clube paulista preferiu fazer um jogo inteligente, de toque de bola, poupando esforços e apenas controlando o adversário, que pouco conseguia chegar à meta de Jaílson.
Sem muito esforço, o "Verdão" matou a partida em mais um belo gol de Bruno Henrique: o volante recebeu de Guerra, que havia acabado de entrar, e acertou um belo chute colocado para deixar os visitantes ainda mais confortáveis.
Aos 40, o árbitro marcou pênalti de Marcos Rocha e o Junior teve a chance de fazer seu gol de honra. No entanto, o atacante Álvez mandou a bola "na lua" e decretou o que todos já tinham visto: era mesmo a noite do Palmeiras.
ESPN 






Antônio Franklin Barreto de Moura, conhecido por "Coroa Frank", acusado da prática de crimes contra o patrimônio e roubo, teve seu apelo negado, por unanimidade, pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, durante sessão realizada nessa quinta-feira (1º). O relator do processo nº 0819581-94.2014.015.2002, oriundo da 4ª Vara Criminal da Comarca da Capital, foi o desembargador Carlos Martins Beltrão Filho.
O apelante foi denunciado, com Robson Antônio da Silva Júnior, vulgo "Júnior" e Edson Evangelista dos Santos Gonzaga (os dois últimos não recorreram da decisão), nas penas do art.157 (roubo), § 2º, I e II e § 3º, e art. 288 (quadrilha ou bando), parágrafo único, c/c o art. 69 todos do Código Penal.
De acordo com os autos, Franklin, por volta das 13h30 do dia 03 de abril de 2014, no Bairro Costa e Silva, nesta Capital, e Robson Antônio, mediante violência e grave ameaça, exercida com o emprego de arma de fogo, assaltaram o Supermercado Bonopreço, subtraindo de lá certa quantia em dinheiro e uma arma de fogo.
Narra a denúncia que, durante o anúncio do roubo, um policial militar, que estava à paisana na fila do caixa, reagiu ao assalto, sendo alvejado por dois disparos, um no braço, outro na cabeça. Os dois primeiros denunciados fugiram em uma motocicleta pertencente ao terceiro acusado, levando o dinheiro e a arma do policial. Edson Evangelista sabia da empreitada criminosa, tendo colaborado de forma direta.
O Juízo da 1º Grau determinou a cisão do processo com relação ao apelante, Antônio Franklin Barreto de Moura, por ele se encontrar em lugar incerto e não sabido.
Com o fim da instrução criminal, a juíza decidiu apenas com relação ao réu Antônio Franklin Barreto, e julgou procedente em parte a pretensão punitiva estatal, para absolvê-lo do delito de associação criminosa, com base no art. 386, II, do CP e condená-lo nas penas do art. 157, § 2º, I e II e § 3º, c/c o art. 70, todos do CP. A magistrada aplicou a pena de nove anos e quatro meses de reclusão, a ser cumprida em regime fechado e 35 dias-multa, a base de 1/30 do salário mínimo vigente à época dos fatos.
Inconformado, Antônio Franklin apelou, pugnando pela reforma da sentença, a fim de ser absolvido por insuficiência de provas. Argumentou que, nos autos, não existe nenhuma prova concreta da sua  participação nos delitos em questão.
O relator do processo, ao proferir o seu voto, afirmou que as provas da materialidade e autoria do ilícito são incontestes, conforme se verifica das declarações do seu comparsa, que é réu confesso, e pelo reconhecimento por parte das testemunhas. "Havendo provas certas tanto da materialidade quanto da autoria, não há que se falar em absolvição", concluiu o relator.
Por Clélia Toscano
Assessoria 





















A Prefeitura Municipal de Cruz do Espírito Santo na pessoa do Prefeito Pedrito e o secretario Miro e com os profissionais comprometidos com o município, tem se tornado uma referencias entre Limpeza Publica e iluminação publica para as cidades circunvizinhas, sem falar nas melhorias na saúde, educação, equilíbrio nas finanças dentre outras qualidades que colocam a singela Cidade do interior do Estado como referência para os demais municípios da circunvizinhança, e isso só é possível acontecer graça ao empenho do gestor e a todos que de forma unanimes tem somado pra este resultado, podemos atribuir a esta gestão que atua com muita transparência no governo. 

A limpeza da cidade também tem tido um constante cuidado da prefeitura através da secretaria de Serviços Urbanos com ruas limpas e bem cuidadas, e assim revitaliza e dar a cidade esse status de estar entre as cidades da PB com melhor qualidade de vida para se viver, Cruz do Espírito Santo é uma cidade que nos encanta pelo cuidado e uma boa aparência, é o resultado de um eficiente serviço de limpeza e fiscalização, atenta aos espaços públicos e privados. Dedicação e zelo permanentes com pequenos detalhes que fazem toda à diferença é possível sim observar essa diferença de administração pública que existe hoje.

Jaison  Albuquerque para o Portal 1005 noticias
















Em defesa da Eletrobras, o deputado federal Luiz Couto (PT-PB) fez um pronunciamento cobrando pulso firme também em defesa do setor elétrico brasileiro. "Assim como fizemos na reforma da Previdência, na qual o povo brasileiro desbancou o golpe previdenciário, precisamos desbancar também esse retrocesso com a privatização da Eletrobras", disse o parlamentar. 
Em sua explanação, o paraibano comentou que o presidente está disposto a privatizar e acabar com a Eletrobras, criando um mal-estar entre a empresa, o mercado e os brasileiros. De acordo com a argumentação de Couto, se a empresa for privatizada, a conta de luz aumentará, e os apagões, que foram um grande problema no Governo FHC, voltarão. 
Couto acrescentou que a Frente Parlamentar em Defesa do Setor Elétrico está articulada para combater este desmonte. "Este modelo de inspiração neoliberal, que privatizou grande parte das distribuições de energia elétrica e fracassou na implantação de um mercado livre de compra e venda de energia no País, não garantiu a instalação de novas usinas e linhas de transmissão com capacidade suficiente para suprir o consumo previsto, conduzindo-nos ao flagelo do apagão de 2001-2002". 
Em seu pronunciamento, Couto definiu a Eletrobras como um patrimônio nacional. "O povo brasileiro precisa saber a verdade que há por traz da privatização. E a verdade é que ela está sendo privatizada e vai favorecer as comercializadoras, os consumidores livres e as bolsas de energia. Enganam-se aqueles que pensam que a privatização guarda relação com o pagamento ou com a redução da dívida pública. O Governo divulgou que pretende arrecadar em torno de 12 bilhões com a venda da Eletrobras. É irrelevante para uma empresa que vale muito mais", concluiu.
Assessoria 

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