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» » Construtora usou nota fria para dar propina a ex-tesoureiro do PT

Ex-tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, presta depoimentoJosé Antonio Marsilio Schwarz, ex-funcionário do Grupo Schahin, fez uma delação premiada na Operação Lava-Jato e contou como pagou “contribuição paralela” para Paulo Ferreira, ex-tesoureiro do PT que saiu da prisão no início do mês. Schwarz entregou à força-tarefa da Lava-Jato até as cópias das notas fiscais utilizadas para disfarçar o esquema. O dinheiro era parte da propina que o Grupo Schahin pagava ao PT por obras que tocava para a Petrobras.
Schwarz contou em seu depoimento no dia 31 de janeiro último que Paulo Ferreira procurou a Schahin em torno de março de 2010, pedindo “contribuição paralela” para sua campanha de deputado federal, pelo Rio Grande do Sul. Dez dias após a conversa, Milton Schahin, um dos donos do grupo, concordou com uma contribuição de 200 mil reais. Para disfarçar o caixa dois, ficou combinado que o pagamento seria feito por intermédio do escritório Oliveira Romano Sociedade de Advogados, de Alexandre Romano, o Chambinho, o mesmo que participou de uma fraude nos empréstimos consignados do Ministério do Planejamento, que beneficiou o ex-ministro Paulo Bernardo e a mulher dele, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).
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Sobre Jacy Mendonça

Filho de Santa Rita, radialista do programa Jornal 100.5 Notícias na 100.5 FM.

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