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» » De olho em 2018, Romero contesta frente de oposição: 'por que cabeça não pode ser de Campina?

A mídia campinense está empolgada com o ritmo de trabalho do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), apontando que o gestor está correndo a passos largos e se aprontando para a disputa ao governo do Estado em 2018. Inclusive, ao falar da questão da frente das oposições e da evidente disposição do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), em se candidatar, Romero revelou que a 'cabeça' pode ser a 'Rainha da Borborema'.
O jornalista, Arimateia Sousa, destrincha na coluna, confira:
APARTE há semanas, registra renovadas vezes que o ritmo do chefe do Executivo campinense não é de ´maratonista´ – mais quatro anos de mandato -, mas sim de um corredor de prova rápida, uma espécie de ´100 metros´ que tem como linha de chegada o começo de abril de 2018, data limite para quem quer largar o cargo e se reapresentar perante as urnas.
Condicionalidades
Confrontado com uma eventual candidatura ao ´Palácio da Redenção´, Romero declarou que é preciso “ter um consenso dentro do partido e o aval da cidade”.
Sem cartas marcadas
Mas o prefeito campinense riscou o giz quando tratou da ´frente de oposição´ como um guarda-chuva de legendas prontas para abrigar o prefeito pessoense Luciano Cartaxo (PSD) na condição de candidato a governador.
– A aliança tem que se manter, mas tem que ser a cabeça de João Pessoa? Não pode ser o inverso? – indagou o ´tucano´ em forma de reprovação.
A sensação é de que a reeleição arrancou do prefeito a camiseta de militante e lhe ofereceu a púrpura de cardeal no ´ninho tucano´.
Missão para os ´bombeiros´ Cássio e Rômulo...

Redação com A Parte

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Sobre Jacy Mendonça

Filho de Santa Rita, radialista do programa Jornal 100.5 Notícias na 100.5 FM.

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