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» » Dia da Incontinência Urinária faz alerta sobre a doença

Um estudo organizado pela OMS (Organização Mundial de Saúde), em sete países da América Latina, estima que na população de pessoas entre 60 e 74 anos, 9% dos homens e 22% das mulheres já tiveram incontinência urinária. Já, na população acima de 75 anos, a incidência aumenta para 23% nos homens e 36% nas mulheres. Para chamar atenção para a doença e sensibilizar o público para os problemas que a patologia pode trazer, foi criado o Dia da Incontinência Urinária, celebrado em 14 de março.
A incontinência urinária traz impactos negativos na qualidade de vida, comprometendo o bem-estar físico, emocional, psicológico e social do paciente. A perda involuntária da urina pode acometer indivíduos de todas as idades e de ambos os sexos, mas, é mais comum nas mulheres, principalmente após a menopausa. “Isso acontece devido à diminuição dos hormônios e do afrouxamento da musculatura” alerta a ginecologista Wanicleide Leite.
Segundo ela, nestes casos, o tratamento pode ser feito através do fortalecimento da musculatura da região pélvica ou através de cirurgias. “Alguns exercícios que contraem a região pélvica, como os do pompoarismo, se praticados regularmente, ajudam a melhorar o tônus muscular, dando mais controle e evitando a incontinência urinária. Nos casos mais graves, podem ser indicadas cirurgias para resolver o problema,” afirma a ginecologista.
O número exato de pessoas com incontinência urinária pode superar bastante as estimativas, pois várias doenças podem causar os sintomas e, muitas vezes os pacientes não falam sobre o problema. Algumas delas são transitórias e facilmente tratáveis, como infecções urinárias e vaginais, efeitos colaterais de medicamentos e constipação intestinal, mas outras causas podem ser duradouras ou permanentes.
Entre elas destacam-se doenças como a bexiga hiperativa, fraqueza dos músculos que sustentam a bexiga (bexiga caída e incontinência urinária de esforço), fraqueza do músculo esfincteriano que envolve a uretra, defeitos de nascimento, doenças e lesões da medula, cirurgias sobre a bexiga, órgãos genitais femininos ou outros órgãos pélvicos, obstrução da uretra pelo aumento da próstata, doenças que afetam os nervos ou músculos como derrame cerebral, esclerose múltipla, poliomielite, distrofia muscular, entre outras.
Em alguns pacientes, mais de uma causa podem estar presentes. “É muito importante saber que a grande maioria das causas de incontinência pode ser tratada com sucesso. O tratamento vai depender de cada caso,” alerta Dra. Wanicleide Leite.
Assessoria 

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Sobre Jacy Mendonça

Filho de Santa Rita, radialista do programa Jornal 100.5 Notícias na 100.5 FM.

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