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» » Transposição: o legado de Marcondes e o paradoxo político










O sonho da Transposição do Rio São Francisco, na Paraíba, prestes a ser definitivamente materializado neste sábado, é resultado da soma de esforços de muitas mãos. Entre elas, a voz mais altiva e persistente em Brasília, sem dúvidas, foi do paraibano Marcondes Iran Benevides Gadelha.
Na rica entrevista que me concedeu ontem no Frente a Frente, da TV Arapuan, o ex-senador fez uma reconstituição dos caminhos tortuosos, dos bastidores de resistências e da odisséia
Da prancheta por Mário Andreazza, no Governo Militar, à decisão política de Itamar Franco, aos estudos ambientes de Fernando Henrique Cardoso, à coragem de licitar e contratar de Lula, a continuidade em Dilma e a priorização da conclusão em Temer.
Um longo caminho que antes precisou vencer uma dura batalha contra artistas, intelectuais, políticos, empresários. Por incrível que pareça, as pedras no caminho não eram apenas os chamados Estados doadores.
Aqui mesmo na Paraíba, defensores do projeto amargaram protestos, badernas e discursos inflamados de setores acadêmicos e de políticos infiltrados. Muitos dos quais hoje se postam na frente das câmeras como defensores do que já é realidade.
Em uma hora de passeio histórico, Marcondes deu uma aula de conhecimento técnico e de sensibilidade política. O maior de todos os seus méritos, que fica para a posteridade, é a da persistência e da compreensão as transformações só são possíveis pela via da política e de quem sabe exercê-la como sacerdócio.
O mais intrigante e curioso. Na hora da colheita dos frutos de sua bandeira, quem plantou essa luta por décadas no deserto está sem um mandato e uma tribuna para nadar, em nome da Paraíba, nas águas da esperança.
Nada que frustre um Marcondes, no auge de sua maturidade política e pessoal, feliz e compensado porque o rio que se perdia no mar, agora corre para abraçar um povo e banhar de vida uma terra árida.
Justiça seja feita
Além de Marcondes, outro político reconhecido nessa empreitada está fora dos plenários. Francisco de Assis Quintans (foto), entusiasta por convicção técnica, defensor por paixão caririzeira, lutou e bradou por onde pode sobre a necessidade imperiosa e viabilidade inconteste da Transposição como solução para o semi-árido Nordestino.
BRASAS
*Bola da vez – Depois de Chico do Sindicato (PT do B), João dos Santos (PR) avança nas conversas para entrar na bancada do prefeito Luciano Cartaxo (PSD).
*Feito à ordem – Na reunião de amanhã, o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) quer que a bancada defina, antes da Semana Santa, quem é carne e quem é peixe.
*Demandas – Secretário de Articulação, Zennedy Bezerra (PSD) tem trabalhado muito nas últimas horas.
*Metamorfose – Já em curso processo de migração da RPN, do multimídia Ruy Dantas, gestada na linha A, B para novo conceito. A ordem é popularizar.
*Vitalidade – Na fase final, a nova roupagem e mais crias do Portal MaisPB, renovado e revigorado para próximos desafios.
FALA CANDINHA!
Na seca
Segundo Dona Candinha, os vereadores governistas de João Pessoa, ressentidos pela falta de nomeação de cargos na Prefeitura, e inspirados na Transposição, já estão com uma música de Dominguinhos ensaiada para cantar na reunião com Cartaxo, amanhã;
– Traga-me um copo d’água/ Eu tenho sede/ E essa sede pode me matar.
PONTO DE INTERROGAÇÃO
Padre Djacy Brasileiro, ícone da luta pela Transposição, vai à inauguração da obra?
PINGO QUENTE
“Não digo dessa água não beberei”. Do ex-deputado Marcondes Gadelha (PSC-foto), que já havia pendurado as chuteiras, ao ser perguntado se sente motivado a tentar mais uma mandato após a realização da Transposição.

MaisPB
Heron Cid

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Sobre Jacy Mendonça

Filho de Santa Rita, radialista do programa Jornal 100.5 Notícias na 100.5 FM.

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