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» » 'Sempre que vem uma lista algum colega fica de cabelo em pé', diz André Amaral e fala sobre reformas

Suplente alçado ao cargo de deputado federal, após a renúncia de Manoel Júnior (PMDB) para assumir a vice-prefeitura de João Pessoa, André Amaral (PMDB), foi o entrevistado do programa Rádio Verdade desta segunda-feira (17). Ele falou a respeito da crise política que o país enfrenta e do seu posicionamento em relação a Reforma da Previdência, proposta pelo presidente Michel Temer (PMDB).
“Sempre que vem uma lista ou outra um colega fica de cabelo em pé”, afirmou o parlamentar citando as listas de delatores investigados na Operação Lava Jato. Apesar disso, ele lembrou que está chegando agora na política e ainda acredita que esta seja um instrumento de transformação, mas que sente que acaba sendo colocado como ‘farinha do mesmo saco’.
Amaral disse que tem visto as pessoas dizerem que não se sentem representadas pelos parlamentares e destacou que por mais que se vote ‘uma ou outra coisa’ que as pessoas sintam-se desagradadas a vontade é de encontrar um rumo na política e democracia.
Para o peemedebista é preciso passar essa página da Lava Jato, inaugurar um novo tempo e quem for culpado que pague pelos seus erros e “em 2018 um novo presidente, uma nova bancada federal e governo de verdade sintonizados com a vontade do povo”, disse.
Reforma da Previdência – Amaral lembrou do café da manhã convocado por Temer para esta terça-feira (18) para definir questões relacionadas a reformar. “Eu já me posicionei contra, não pode penalizar quem já começou a contribuir. A regra de transição eu não consigo diferenciar quem tem 50 anos e quem tem 49 e 11 meses”, disse acrescentando ainda que não há um consenso na Câmara. “Não há consenso por idade mínima, nem regra de transição, mas verdadeiramente precisamos passar por essa reforma”, comentou.
Sonegadores do INSS – Ao ser questionado sobre a sonegação de impostos que causa parte do rombo na previdência, o deputado afirmou que há muita gente, muitas empresas com devedores de bilhões e destacou a necessidade de um pacto de pagamento. O peemedebista destacou a necessidade de uma CPI para investigar essa sonegação e pediu atenção enérgica.
Falta de representatividade – Questionado a respeito do pedido da sociedade de suspensão das reformas até a escolha de um novo congresso (em 2018), Amaral disse que o país não pode parar e que apesar das críticas de envolvimento da maior parte dos parlamentares em investigações de corrupção, eles estão ‘imbuídos pelo voto universal e têm compromisso com a nação’.


Marília Domingues

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Sobre Jacy Mendonça

Filho de Santa Rita, radialista do programa Jornal 100.5 Notícias na 100.5 FM.

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