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» » O ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), assessor do presidente Michel Temer, pediu demissão na noite desta terça-feira. Mabel, considerado um importante articulador do governo, é o segundo assessor de Temer a sair do governo em 24 horas. O ex-parlamentar, no entanto, não será exonerado – como aconteceu com o assessor Tadeu Filippelli, preso pela Polícia Federal nesta terça suspeito de envolvimento em um esquema de corrupção em obras do estádio Mané Garrincha, em Brasília. Filippelli é ex-vice-governador do Distrito Federal. Mabel ocupava o cargo de ‘colaborador voluntário’, portanto não recebia salário. Mabel tinha o poder de articulação no Congresso e entre empresários e, assim como Filippelli e o próprio Temer, despachava do 3º andar do Palácio do Planalto. O ex-parlamentar foi citado na delação da Odebrecht acusado de pedir 2 milhões de reais, quando deputado, para aprovar uma medida provisória em 2004 que reduziria alíquota de impostos. Veja também Carne - frigorífico - Jbs S/A na cidade de Lapa (PR) Brasil JBS contrata advogados para se defender nos EUA query_builder24 maio 2017 - 08h05 Presidente Michel Temer Brasil Aliados discutem alternativas para o pós-Temer query_builder24 maio 2017 - 10h05 Brasil O dilema do PSDB: ficar ou não ao lado de Temer? query_builder23 maio 2017 - 22h05 Em sua carta de demissão, Mabel alega que já havia combinado na semana passada que deixaria o governo e que precisava voltar para casa para retomar convivência com família. Em uma das partes, o ex-deputado elogia o governo Temer. “Graças ao bom Deus e sua credibilidade iniciou-se uma nova era, uma era de recuperação de um Brasil que havia sido praticamente destruído.” Além de Mabel e Filippelli, outros dois assessores de Temer deixaram o Planalto: José Yunes, que foi citado na delação da Odebrecht, e o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), afastado da Câmara dos Deputados por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), após ser flagrado pela Polícia Federal carregando uma mala com 500 mil reais em propina – ele também é citado na delação da JBS. Rocha Loures assumiu o mandato de deputado federal no lugar de Osmar Serraglio,que assumiu o Ministério da Justiça.

Estudantes aguardam pelo início das provas do EnemOs participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) têm até esta quarta-feira para pagar a taxa de inscrição da prova. Somente após o pagamento, a inscrição é confirmada. Os candidatos podem quitar a taxa em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos Correios. Porém, devem estar atentos aos horários de funcionamento estabelecidos pelas instituições onde farão o pagamento.
Precisam pagar a taxa aqueles que não se enquadraram nos critérios de isenção e que, na hora da inscrição, tiveram um Guia de Recolhimento da União (GRU) gerado. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alerta que não confirmará inscrições cujo pagamento tenha sido feito por meio de GRU gerada fora do Sistema de Inscrição, assim como não aceitará inscrições em valores diferentes de 82 reais.
As instituições bancárias pedem um prazo de até três dias úteis para a confirmação das inscrições. O Inep recomenda que todos os inscritos confirmem a situação na Página do Participante. Dúvidas podem ser solucionadas pelo telefone 0800 616161 ou pelas redes sociais do Inep.

Pagamentos

O preço da inscrição no Enem aumentou este ano – no ano passado, a taxa foi de 68 reais. Pelas regras do edital, estão isentos os estudantes de escolas públicas que concluirão o ensino médio este ano, os participantes de baixa renda que integram o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e os que se enquadram na Lei 12.799/2013 que, entre outros critérios, isenta de pagamento pessoas com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio, ou seja, 1.405,50 reais.
Atualmente, os pagamentos cobrem cerca de 30% do custo do exame, o restante é pago pelo Inep. No ano passado, por exemplo, o custo, de 91,49 reais por participante, foi 23,49 reais acima do valor pago. A autarquia diz que, mesmo com a alta, a inscrição no Enem está abaixo da média dos vestibulares do país, que é 140 reais.

Enem

As provas serão aplicadas em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro. O resultado poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para obter financiamento do Fies.
Até a última atualização do Inep, no último dia de inscrição, sexta-feira, às 15h, o exame tinha mais de 6,5 milhões de participantes. A expectativa da pasta é chegar a pelo menos 7 milhões de inscritos. O Inep divulgará o balanço completo em 30 de maio.
(Com Agência Brasil)
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Sobre Jacy Mendonça

Filho de Santa Rita, radialista do programa Jornal 100.5 Notícias na 100.5 FM.

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