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» » Policiais que escoltaram Joesley Batista são autuados por exercício irregular da profissão







RIO — A Polícia Federal autuou, por exercício irregular da profissão, os dois policiais civis de São Paulo que realizaram a escolta do empresário Joesley Batista, nesta quarta-feira. A Lei Complementar 207, de 1979, proíbe que agentes civis exerçam atividade privada de segurança com exceção dos campos de educação e difusão cultural. Ao descobrir a procedência dos agentes, o delegado da PF decidiu chamar os dois para depor.
A Polícia Federal informou que vai notificar a Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo sobre a infração administrativa. Os dois homens acompanharam o dono da JBS à Superintendência da PF em Brasília, na qual o delator foi ouvido sobre supostas irregularidades na concessão de financiamentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) à empresa J&F, controladora da JBS. Após o depoimento, o empresário deixou a PF sem os agentes ao lado.
O delator e os agentes, cujos nomes não foram revelados, prestaram esclarecimentos ao delegado. Joesley alegou ter contratado serviços de uma empresa de segurança para escoltá-lo pelas ruas da capital federal e no depoimento. Logo, disse que não tinha responsabilidade sobre as relações trabalhistas dos homens destacados para o trabalho.
Os homens portavam armas da Polícia Civil paulista, que não foram apreendidas. A PF verificou que o armamento estava regularizado. Os carros usados pelo empresário também foram revistados à procura de outras armas.
O GLOBO entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e aguarda resposta.
O Globo 

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Sobre Jacy Mendonça

Filho de Santa Rita, radialista do programa Jornal 100.5 Notícias na 100.5 FM.

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