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» » Deputado apoia paralisação das universidades federais contra 'ataques de um governo ilegítimo'

O deputado estadual Anísio Maia (PT) repercutiu na manhã desta quinta-feira, 14, na Assembleia Legislativa, o Dia Nacional de Lutas, Mobilização e Paralisação em Defesa dos Serviços Públicos e Contra a Reforma da Previdência, que recebeu a adesão dos professores e servidores técnico-administrativo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). 
"Este dia de paralisação serve para refletirmos sobre os ataques de um governo ilegítimo aos direitos do povo brasileiro. A educação é uma das áreas onde verificamos os maiores retrocessos e só a mobilização social pode evitar as maldades deste governo", afirmou Anísio Maia. 
O parlamentar ressaltou que durante o período dos governos petistas, os investimentos em educação tiveram um crescimento real de 218%, atingindo mais de 6% do Produto Interno Bruto (PIB). "Em doze anos foram construídas 282 escolas técnicas federais, número três vezes maior do que tinha sido construída em toda a história do país. No ensino superior, os governos do PT criaram 18 novas universidades federais e 173 novos campus. Isto sem contar com programas como Caminhos da EscolaCiências sem FronteiraBrasil AlfabetizadoMais EducaçãoSegundo Tempo, a criação do ENEM entre tantas outras políticas públicas". 
"Com Lula e Dilma a educação superior foi democratizada e os filhos da classe trabalhadora puderam se formar. O número de matrículas nas universidades aumentou 129%. Tudo isto, mantendo os níveis de qualidade, com concursos públicos e fortalecimento das carreiras docentes e dos técnicos administrativos. Os impactos positivos foram imensos, diminuindo disparidades regionais e sociais", acrescentou o petista. 
Na oportunidade, o parlamentar apresentou alguns dados preocupantes para a educação: "As instituições federais de ensino começaram 2017 com um orçamento menor do que tiveram em 2016. Como se não bastasse, Temer contingenciou 15% nas verbas de custeio e 40% em despesas com obras e manutenção das universidades. Na área de pesquisa as verbas foram reduzidas aos valores que tinham em 2010. Além de todos estes cortes, o presidente golpista ainda vetou R$700 milhões em emendas parlamentares para a educação." 
"É o modus operandi do neoliberalismo aplicado na educação. Primeiro fazem ajustes fiscais que só penalizam os mais pobres, inclusive com congelamento de verbas. Depois sucateiam e aparecerá alguém sugerindo cobrança de taxas para manter ou melhorar os serviços. Finalmente, apresentarão a privatização como solução, transformando a educação em uma mercadoria inacessível aos mais pobres", concluiu.
Assessoria 

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Sobre Jacy Mendonça

Filho de Santa Rita, radialista do programa Jornal 100.5 Notícias na 100.5 FM.

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